As arquiteturas vernaculares do habitar no centro de Portugal — de montanha interior e de planície litoral — revelam-se como sistemas abertos que articulam forma, matéria e fluxos em resposta afinada às condições locais. A partir destes casos emerge o conceito de protótipos termodinâmicos, cujos princípios operativos intemporais permitem repensar o projeto arquitetónico como prática situada, enraizada no território e culturalmente afinada, capaz de responder à complexidade contemporânea. O trabalho combina investigação crítica, observação desenhada e leitura multiescalar.



